POR QUE PARTICIPAR DO IV TORNEIO DAS ESCOLAS DE TÊNIS NO CENTRO TENÍSTICO PARAIBANO?

Por Fernando da Veiga Pessoa

A Ideia do evento é reunir sempre, todos os professores de tênis, juntamente com o maior número possível de seus alunos e interagir com todos os condomínios residenciais da cidade que têm afinidades com o tênis. Pais, filhos, parentes e amigos, durante quatro dias, pela manhã e à tarde, formaram um elo de interação, nas disputas simples entre mirins, adolescentes, adultos iniciantes e profissionais, em que se aprende uma das atividades esportivas mais salutares do momento. O tênis é um esporte essencialmente útil para a saúde, em todos os significados. Desde os sete aos setenta anos. Mas é necessário que o iniciante tenha noções e aprenda a lidar com os seus fundamentos, para não se machucar ou adquirir tendinites. Os professores de tênis atuais são preparados em cursos específicos extra curriculares para orientar todos os atletas iniciantes. Aprender a jogar tênis numa quadra especifica não é o mesmo que aprender a jogar frescobol na areia da praia. O tênis é mais nobre, em todos os sentidos, requer concentração e silencio na expressão mais simples da palavra. O único toque físico, entre você e o adversário, é o aperto de mão, assim mesmo no final da contenda.

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26 janeiro, 2011

EMPUNHADURAS - TÊNIS, VEJA COMO SE PEGA:

Golpes certeiros, poderosos e com trajetorias exatas das bolas tem inúmeras combinação de muitos fatores para acontecer. Mas o começo de tudo se dá quando você segura sua raquete corretamente. Não importa o quanto você gastou de tempo para achar uma raquete com uma cabeça que você goste, a parte mais importante fica abaixo da cabeça e se dá quando você a segura de forma correta, a escolha da empunhadura para execução de cada golpe muitas vezes é negligenciada por muitos tenistas e deve ser a base para um bom desenvolvimento do esporte. Onde você posiciona sua mão no octógono tem um impacto enorme em cada bola que você bate. A posição em que segura afeta o ângulo da cara da raquete, onde você faz o contato com a bola, e finalmente do ritmo, da rotação, e da colocação de seu tiro. A dificuldade em escolher a empunhadura está em determinar direito qual usar para cada golpe particular. O fato é, não existe uma empunhadura exata e perfeita determinada, cada uma tem suas vantagens e limitações. Mas algumas são claramente melhores para determinados golpes e estilos de jogo do que outras. Este guia ajuda você a pegar melhor na sua raquete.

AS EMPUNHADURAS - Há várias maneiras de explicar como encontrar uma determinada empunhadura, mas o mais simples e o mais confiável é usar a junta baixa de seu dedo indicador como o ponto de referência principal. Os diagramas para cada empunhadura mostram a vista inferior do cabo da raquete (onde o tampão do fabricante é colocado), que tem quatro lados principais e quatro chanfros mais estreitos entre os lados.

EMPUNHADURA CONTINENTAL - A continental é uma empunhadura que você pode usar para todo golpe, é usado como prática padrão desde os dias de calças e saias longas. A continental é usada de início para saques, voleios, overheads, slices, e golpes defensivos. Encontre o continental pondo a junta baixa de seu dedo indicador sobre o chanfro no. 1, que põe o V criado por seu polegar e indicador sobre o alto do cabo. A junta do dedão fica sobre sobre o chanfro no. 4.

VANTAGEM: Bater com a empunhadura continental no saque e em overheads em geral é padrão, porque permite que seu antebraço e pulso fiquem naturalmente pronados através do contato. Isto resulta em um golpe mais explosivo e mais versátil com menos quantidade de stress no braço. Este também é o aperto preferido em voleios desde que usando a cara da raquete ligeiramente aberta para ter o underspin e o controle. Não necessitando ter as mãos modificadas rapidamente na rede, ela pode ser usada para os voleios de forehand e do backhand que são também cruciais nesta empunhadura. Como mencionado, a empunhadura afeta o ângulo da cara da raquete. Quanto mais fechada é a cara, mais elevado e mais distante na frente de seu corpo sua zona da batida deve ser, para que o contato apropriado aconteça. A cara da raquete é relativamente quadrada na empunhadura continental, isso porque os golpes são aferidos abaixo da zona de ataque em relação ao corpo. É por isso que ela pode ser útil em golpes defensivos, bolas baixas, e bolas profundas (laterais ou deixadas) que você esteja atrasado e que consiga apenas esticar o braço para levantar de baixo a bola e passar para o outro lado.

DESVANTAGEM: Você pode bater reto ou com slice usando a continental, mas é duro colocar topspin na bola com essa empunhadura. Isso significa que bater com força e manter a bola no jogo requer que você mire seus golpes muito rente a rede, dando-lhe pouca margem para o erro. E sem essa rotação de segurança(topspin), retornar uma bola fora de sua zona de batida pode ser difícil. Assim a falta da consistência é frequentemente um problema.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM:
Virtualmente todos, em saques e em voleios.


EMPUNHADURA EASTERN DE FOREHAND
Coloque a palma da mão de encontro às cordas e deslize-a para baixo até o cabo; ponha a raquete sobre uma mesa feche seus olhos e a pegue. Estes são somente alguns dos truques que você pode usar para encontrar a empunhadura eastern de forehand. A maneira mais técnica é segurar a raquete na empunhadura continental e girar no sentido horário sua mão (no sentido anti-horário para canhotos), de modo que a junta baixa de seu dedo indicador deslize sobre um chanfro
 
VANTAGEM: Esta é geralmente considerada a empunhadura mais fácil para aprender o forehand. Ela é versátil, permitindo que o jogador “escove” para cima a parte traseira da bola para gerar o topspin ou “chapar” para fora do tiro gerando mais velocidade e penetração. É fácil de comutar rapidamente entre outras empunhaduras, tornando-se uma escolha sábia para os jogadores que querem ir a rede.

DESVANTAGEM: A zona da batida é mais elevada para fora e mais distante na parte dianteira do que com a empunhadura continental, mas ainda não é uma grande opção para retornar batidas de alto nível. A eastern de forehand pode ser muito poderosa e penetrante, mas por tender a ter uma trajetória mais reta pode também ser inconsistente, sendo difícil de se sustentar em rallies longos. Esta não é a melhor escolha para os jogadores que optam por colocar muito topspin sobre seus tiros e sobreviver aos seus oponentes.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Tim Henman, Lindsay Davenport.

EMPUNHADURA SEMI-WESTERN DE FOREHAND
Movendo sua junta do indicador mais um chanfro no sentido horário (no sentido anti-horário para canhotos) da empunhadura eastern de forehand está a empunhadura semi-western. Esta transformou-se a empunhadura que prevalece para ser usada em golpes potentes da linha base por parte do profissionais, e muitos professores profissionais também estimulam seus alunos a usar este tipo de empunhadura nesta posição da quadra.

VANTAGEM: A empunhadura semi-western permite que um jogador aplique mais topspin à bola do que a empunhadura eastern de forehand, dando ao tiro uma segurança e um controle maior, especialmente em lobs com topspin e em ângulos curtos. Você ainda pode se dirigir a bola com esta empunhadura para bater com um movimento “chapado” e tentar um winner(bola vencedora) ou uma passada. Essa empunhadura também lhe dá o recurso de fazer um swing maior que ajudará a dar mais topspin na bola. Com uma zona da batida mais alta e mais distante para fora e na frente do corpo do que na eastern forehand, Ela é boa para controlar e ser agressivo com bolas de alto nível.

DESVANTAGEM: Você pode ter problemas para retornar bolas baixas com essa empunhadura. Ela fecha naturalmente a cara da raquete, forçando-o a fazer o swing debaixo da bola, e por isso pode ser difícil retornar bolas mais baixas. Isto, aliado a ter que fazer uma significativa mudança para a empunhadura continental na execução de um voleio, é o motivo pelo qual muitos dos jogadores de potentes golpes da linha base raramente sobem a rede para volear.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Marat Safin, Svetlana Kuznetsova

EMPUNHADURA WESTERN DE FOREHAND - Saindo da empunhadura empunhadura semi-western, desloque sua junta mais um chanfro no sentido horário (no sentido anti-horário para canhotos), e você terá uma empunhadura western de forehand perfeita. Olhando para baixo na raquete, sua junta deve estar no lado de baixo. Isto põe sua palma da mão quase completamente sob a raquete. Jogadores especialistas em piso de saibro e que gostam de bater com bastante topspin usam a seu favor esta empunhadura

VANTAGEM:Esta é uma empunhadura que coloca extremo efeito sobre a bola. A posição do pulso força o raquete a “chicotear” severamente acima da parte traseira da bola, gerando o tremendo topspin. Você pode bater a esfera bem acima do nível da rede e ainda colocar a bola dentro da quadra. O tiro resultante terá geralmente um salto elevado e explosivo, empurrando seu oponente atrás da linha de base. A zona da batida é mais elevada e mais distante para fora da linha base do que das outras empunhaduras de forehand. A habilidade de controlar bolas de alto nível é o que faz esta empunhadura ser popular com tenistas do saibro e juniores.

DESVANTAGEM: As bolas baixas podem ser assassinas. Iste é motivo dos profissionais com esta pegada geralmente não se dão bem em superfícies mais rápidas, onde a bola permaneça baixa após o pulo. Também porque, necessita-se de extrema velocidade da cabeça da raquete e força tremenda do pulso para gerar o ritmo adequado e girá-lo. Se não, seus tiros serão curtos e seus oponentes podem atacá-los. Para alguns, é também difícil de “chapar” para fora os golpes, assim colocar as bolas afastando delas transforma-se em um problema. E apenas uasndo a semi-western, a transição para a rede fazendo um voleio eficaz é um grande desafio.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Rafael Nadal, Amelie Mauresmo

EMPUNHADURA EASTERN DE BACKHAND -
Saindo da empunhadura continental, desloque seu chanfro da junta do indicador no sentido anti-horário (no sentido horário para canhotos) e aí está uma empunhadura de alto nível. Se você perfurasse um prego através dessa junta de seu indicador, atravessaria exatamente para o lado direito do cabo (mas não tente fazer isso em casa).

VANTAGEM:Da mesma forma que a eastern forehand, esta é um empunhadura versátil que fornece estabilidade boa para o pulso. Você pode rolar a bola com slice ou batê-la direto para um golpe mais penetrante. Alguns jogadores podem dar slice com a eastern, mas se não é o seu caso uma mudança tênue de empunhadura para o continental é bastante fácil de executar rapidamente. Este aperto também pode ser usado para um saque “patada”, e fazer à transição à rede muito bem para voleios com suavidade.

DESVANTAGEM: Enquanto ela é sólida para o tratamento de bolas baixas, a empuunhadura eastern backhand não é ideal para bater tiros com topspin na altura dos ombros. Pode ser difícil controlar estas bolas, e muitas vezes um jogador é forçado a dar slices defensivos. Você pode ver mais frequentemente esta empunhadura sendo usada quando os saques “patada” são devolvidos por jogadores que saltam acima da zona de batida.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Roger Federer, Lisa Raymond

EMPUNHADURA EASTERN EXTREMO OU SEMI-WESTERN DE BACKHAND -
 A resposta de backhand com a western forehand (a razão pelo qual alguns se referem a esta empunhadura como um backhand semi-western), a junta baixa de seu dedo indicador move-se um chanfro no sentido anti-horário do eastern backhand (no sentido horário para canhotos). Esta é uma empunhadora avançada que somente jogadores mais fortes e mais talentosos tendam a usar.

VANTAGEM: Juntamente com a empunhadura western forehand, esta é uma escolha muito popular entre os jogadores do saibro. Fecha naturalmente a cara do raquete mais do que um western backhand normal e move a zona da batida para mais alto e mais distante fora e na frente de você, fazendo-a mais útil para bater bolas elevadas e a retorná-las com topspin. Alguns dos mais potentes backhands no tênis são prendidos com esta empunhadura.

DESVANTAGEM: Suas limitações são similares àquelas do western forehand. Não é bem sucedidas para bolas baixas, e também é extremamente difícil de fazer mudanças rápidas para uma transição à rede. Os jogadores com este aperto geralmente têm swings longos, elaborados e preferem ficar na linha de base.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Gustavo Kuerten, Justine Henin- Hardenne

EMPUNHADURA TWO-HANDED DE BACKHAND - Não tem como duvidar da popularidade desta empunhadura, mas existe algumas questões sobre a maneira ideal de como posicionar ambas as mãos. Uma das maneiras mais aceitáveis é a de prender a raquete em sua mão
dominante com uma empunhadura continental. Então ponha a sua mão não dominante acima de sua mão jogando-a em uma empunhadura semi-western de forehand.
VANTAGEM: Esta é uma escolha excelente para os jogadores que não são suficientemente fortes para bater um backhand com apenas uma mão. Com uma trajetória mais compacta do que o backhand com uma mão, o backhand com duas mãos confia na rotação do ombro e em um swing eficiente para fornecer potencia aos seus tiros. É particularmente eficiente nas devoluções de saque. É também bom para tiros baixos, e o braço extra deixam-o com mais força para “chapar” bolas que estão ao nível do ombro.
DESVANTAGEM: Por ambas as mãos estarem na raquete, a segunda mão limita um maior alcance do jogador. Assim fazer qualquer coisa (defesa ou ataque) com movimento largos pode ser complicado, especialmente difícil de girar a parte superior de seu corpo quando esticado para pegar uma bola mais longe.A duas mãos também podem tornar-se dependentes do topspin. Bater bolas com um bom slice é muito difícil e isto é pouco natural com as duas mãos na raquete. Soltar a mão não dominante fora do raquete para bater slice ou o voleio é algo desconfortável para muitos jogadores está é a razão para muitos deles não irem para a rede.

PROFISSIONAIS QUE MAIS USAM: Andre Agassi, Maria Sharapova

Por Jon LeveyIlustrações por Craig ZuckermanTradução por Claudiney Thomazette

Fonte: Joomla - INTERNET.


03 agosto, 2008

UMA BREVE HISTÓRIA DO RANKING.


O tênis profissional surgiu em maio de 1968 , quando uma reunião em Paris determinou o fim da proibição imposta aos jogadores que atuavam por dinheiro nos circuitos paralelos de atuar nos Grand Slam. Começava em Roland Garros a Era Aberta, já que os torneios da Federação Internacional perdiam importância diante da contínua debandada dos melhores nomes para os chamados "eventos de exibição".

Foram anos confusos. Os jogadores perceberam, com o passar do tempo, que haviam ganhado algum espaço, porém ficado à mercê da vontade da Federação Internacional. Surgiu a necessidade de se juntar num sindicato, batizado de ATP, em 1972. O mal-estar só aumentou e o estopim da crise veio em Wimbledon do ano seguinte, quando a maciça maioria dos homens boicotou o torneio como protesto à suspensão do iuguslavo Nikki Pilic. O passo imediato foi criar uma fórmula correta para determinar quais jogadores deveriam entrar nos torneios e ter o direito à cabeça-de-chave. Surgiu o ranking, talvez a maior contribuição do tênis ao esporte como um todo, hoje imitado em qualquer modalidade, do futebol ao atletismo.

A primeira lista oficial da ATP foi divulgada no dia 23 de agosto de 1973, portanto há exatos 35 anos, tendo o romeno Ilie Nastase como o melhor do mundo. Era quinzenal e reunia poucos mais de 200 nomes. Até a grande crise de 1990, quando a ATP rompeu de vez com a Federação Internacional e proclamou sua liberdade absoluta, o ranking era calculado por média: total de pontos dividido pelo número de torneios disputados nas últimas 52 semanas. Me parecia mais lógico e correto. Dava também bônus para vitórias sobre adversários bem classificados. Bater o número 1 por exemplo valia 30 pontos, ou seja, mais do que as oitavas-de-final de um grande torneio de então.

Muitas mudanças aconteceram no ranking, seja na tabela de pontuação ou no número de torneios obrigatórios. Em 2000, a própria ATP tentou enterrar o sistema ao criar a Corrida dos Campeões, que considera apenas os pontos somados ao longo da temporada, mas a idéia naufragou e hoje está relegada ao segundo plano. Ainda assim, impera a filosofia de se computar apenas os 18 melhores resultados de cada tenista nas últimas 52 semanas, tudo ainda na tentativa de incentivar os jogadores a disputar o máximo de torneios possível e agradar os promotores. Felizmente, não funciona lá na ponta do ranking, onde Roger Federer tem apenas 17 campeonatos realizados e Rafael Nadal, exatos 18.

Se a lógica prevalecer, Nadal será o 24º homem a assumir o número 1 do ranking nas próximas semanas, encerrando o mais longo reinado da história. Desde que o atual formato entrou em vigor, em janeiro de 2000, já houve 15 trocas de comando e oito diferentes líderes. O espanhol, com 22 anos, será apenas o quarto mais jovem deles, superado por Marat Safin, Andy Roddick e Lleyton Hewitt.

por José Nilton Dalcim

Paulista de 48 anos, é jornalista especializado em esporte há 26 anos. Acompanha o circuito desde 1980. É diretor editorial de Tenisbrasil.

13 julho, 2008

MANTENDO O FOCO




Comentário de MARCELO TELLA.

Uma palavra pequena, com uma importância muito grande. Não só no tênis, mas na nossa vida em geral. Em tudo o que fazemos, para que possamos fazer bem feito, precisamos manter o foco.

Falando de tênis, facilmente conseguimos distinguir os jogadores que estão focados dos que não estão. Os jogadores focados estão sempre fazendo de tudo para melhorar. São os que treinam mais, sempre com objetivos bem definidos (ex.: melhorar o saque, a devolução, à esquerda), fazem preparo físico, alongam bem, cuidam do corpo, fazem uma boa alimentação, dormem bem e ficam longe das tentações (baladas, mulheres, drogas, etc.). Os jogadores que já perderam o foco não fazem muita questão de treinar. Batem uma bola todos os dias (mais por obrigação) dando apenas uma geral: fundo, voleios, smash, saque e jogam alguns pontos. É só. Não fazem preparo, não alongam direito, comem o que vier pela frente, especialmente churrascos e sanduíches, refrigerantes todos os dias, e obviamente vão atrás das mulheres e baladas, provocando um ritmo de sono completamente irregular.

O jogador, enquanto estiver jogando, tem que viver para o tênis. Fazer tudo o possível para melhorar, concentrar 100% de seus esforços e seus pensamentos no tênis, ou seja, precisa manter-se focado. A partir do momento que já não for mais 100%, ou que não estiver mais focado, jogar por quê? Agüentar a vida sacrificante de jogador, sempre longe de casa e dos amigos, gastando uma fortuna com passagens, hotéis, alimentação, encordoamentos, lavanderia, táxi, etc. Se vamos fazer alguma coisa, vamos fazê-la bem feito!! Se não, é melhor nem fazer. Precisamos manter o foco na nossa tarefa, seja ela qual for.

Então, se queremos ter uma casa na praia, ser médicos, engenheiros, advogados, professores ou jogadores de tênis, precisamos manter o foco, pois o caminho é longo e difícil. Eu sempre digo: o nosso sucesso será proporcional ao nosso sacrifício. Quanto mais sacrifício, mais sucesso!

Marcelo Tella – Técnico e professor de Tênis.Fotos de © GeoNando


06 julho, 2008

RAFAEL NADAL, INCOMPARÁVEL



6/07/2008 01:40

Comentário do BLOG PAULO CLETO
RESPEITO E ELOGIOS

Antes desta final, que pretendo, mas não prometo, ir atualizando este blog no seu transcorrer, não resisto deixar a minha mensagem pessoal a respeito.
Como tenista de toda uma vida, e a cada dia ela fica mais longa do que um dia imaginei um dia ela ser, o meu desejo maior sobre a final é o seguinte;
Que um dia o maior número possível de fãs e amantes do tênis possam admirar esse esporte pelo o que ele é, e não pelo o que cada um enxerga nele e nas suas saudáveis rivalidades. E uma boa oportunidade de descobrir o essencial sobre o tênis nos é ofertado pelos dois magníficos rivais e adversários da final de masculina de Wimbledon.
Enquanto mundo dos fãs se divide na preferência de um ou outro, o que é normal e saudável, até pelas gritantes diferenças entre o tênis e a personalidade de ambos, esses dois conseguem aliar o espírito gladiador com a postura de gentlemen.

Se Federer vai entrar em quadra como um lord com seu cardigan bege, Nadal vai dar um pique como um cavalo puro sangue na abertura dos portões assim que o juiz informar que venceu o sorteio. Dois estilos se confrontam e se completam.

Porém, se prestarmos atenção nas entrevistas de ambos, quando falam um do outro, só ouviremos palavras de respeito.

Federer afirma que Nadal está em uma dimensão diferenciada. Mas ao admitir que o adversário faz dele um jogador mais forte e melhor, faz o elogio de um campeão sobre um campeão.

Nadal afirma que uma das dificuldades de enfrentar aquele que ele admite ser o número 1 do mundo é que, por vezes, se vê distraído pela beleza do estilo do adversário, elogio de quem tem sua auto-estima muito em ordem, enquanto admira e respeita o adversário.

E são exatamente esses quesitos; respeito, admiração, esportividade e elogios que gostaria de ler aqui, nos comentários que seguiram a partida, independente do vencedor desta final. Porque eu só amo este esporte se ele é jogado, e admirado, sem nunca esquecer o que faz dele um esporte diferenciado.

PERFIL

Paulo Cleto - Foi técnico de jogadores como Luiz Mattar, Jaime Oncins, Carlos Kirmayr e Cássio Motta. Dirigiu a equipe brasileira na Taça Davis durante 17 anos e a equipe olímpica em Seul, Barcelona e Atlanta. Foi chefe da equipe no Panamericano de Winnipeg e técnico de equipes juvenis brasileiras campeãs Sul-Americanos e Mundiais.

Além disso, fundou a primeira academia de tênis do país. Realizou, organizou ou foi árbitro de mais de 45 torneios profissionais no país. Foi colunista do Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Rádio Eldorado. Hoje, além de escrever no blog, é comentarista de TV na ESPN. Escreveu e editou o livro "Gustavo Kuerten e Roland Garros - Uma história de amor".

28 junho, 2008

AS QUADRAS DE TÊNIS ALTERNATIVAS DE JOÃO PESSOA – Reconhecimento e Fotointerpretação
















CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

Ao todo são 20 quadras de tênis reconhecidas na foto do satélite. A Academia Tênis Clube possui 7 quadras, que tecnicamente estão mal conservadas. Restam, portanto, 13 quadras na cidade. Nestas treze quadras foram identificadas duas quadras residenciais: Uma de um médico e a outra de um professor universitário. As demais quadras são todas públicas. Distribuídas entre clubes sociais, órgãos de educação e professores afins. Enfim, o tênis, como atividade esportiva, tem poucos adeptos numa cidade que caminha para atingir hum milhão de habitantes.

10 junho, 2008

Rafael Nadal Parera



Texto de PAULO CLETO

DECEPCÃO E GRANDEZA

Difícil escrever um post técnico sobre a final. Aquilo foi um massacre. Uma vitória geralmente é algo que se pode explicar com um argumento aqui, uma consideração ali. O que aconteceu na Quadra Central de RG desafia explicações. Todos esperavam mais. Não há fã do tênis, e aqui não coloco os fanáticos para quem a lógica das coisas diz pouco, que não esperasse um partidaço neste domingo. O que se viu foi um jogo totalmente desequilibrado, quase uma aula, onde um tenista ditou as regras e o outro sequer tentou confrontá-lo.Escrevi anteriormente sobre os confrontos entre estes dois grandes tenistas, quando cheguei a ser criticado por alguns, que para Federer bater Nadal, nos dias de hoje, terá que mostrar uma vontade e uma determinação que não mostra há algum tempo. Vamos deixar algo claro, atualmente Federer tem um adversário de uma qualidade que não tinha nos últimos anos, quando deitou e rolou por cima da oposição.

Aos 22 anos, Nadal é um tenista mais completo e perigoso do que era um ano atrás, para não falar de mais tempo. Seus contra ataques são desconcertantes e fortes. Seus ataques - com aquele gancho de forehand, o golpe mais penetrante do tênis atual – conseguem acuar qualquer tenista. Ele é um expositor de fraquezas alheias. Hoje, após virar e começar a atacar, e foram raras às vezes que Federer conseguiu mudar a escrita do ponto, o espanhol é um espartano enfurecido. Cada dia mais forte, cada torneio mais focado, Nadal é o senhor representante do tênis-força da atualidade.

Muitos jovens devem estar investindo em preparo físico atualmente. Preparador de físicos está cheio por ai, o que não vejo crescendo em árvores são personalidades com essa mescla de competitividade, tenacidade, coragem e determinação. Essa a verdadeira forja do campeão-Nadal.No entanto, as qualidades do espanhol não explicam a apatia de Federer. Porque todo grande campeão deve ser capaz procurar soluções e de elevar seu tênis em circunstâncias adversas, e não simplesmente aceitar os ditados do destino e abandonar a luta, como vimos hoje.

Faltou estratégia, faltou tática, faltou determinação, faltou imaginação, faltou coragem para a luta, faltou a humildade que abre as portas da grandeza. Faltou muita coisa para uma partida que tinha tudo para ser grande e inesquecível e acabou não passando de mais um passeio.

E não sou só eu que acho isso. Pela primeira vez em minha vida vi uma estranha ausência de vibração por parte do campeão do torneio após o ultimo ponto da partida. E não me venham com o argumento de respeito por parte do espanhol, que há, e muito.

A vibração é um descarregamento emocional natural após uma quinzena de durezas e dificuldades que um GS exige e a final culmina. Aquela quase apatia foi como um gozo contido pela decepção da expectativa de algo que não aconteceu.
http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/opiniao/paulo_cleto/

Fonte: Blog do PAULO CLETO

08 junho, 2008

ANA IVANOVIC
















Por Pritha Sarkar


PARIS (Reuters) - Uma nova era foi iniciada em Roland Garros neste sábado com a vitória de Ana Ivanovic sobre a russa Dinara Safina por 6-4 e 6-3, marcando a primeira conquista de um torneio do Grand Slam pela tenista sérvia.

O triunfo de Ivanovic confirmou seu status como a nova líder do ranking mundial, e melhorou sua imagem de um ano atrás, quando perdeu a final para a belga Justine Henin ganhando apenas três games.

Desde o anúncio da aposentadoria de Henin, 24 dias atrás, Ivanovic têm sido vista como a provável herdeira da tenista belga. Neste sábado, a coroa de Roland Garros serviu para confirmar as apostas.

Convenientemente, Henin esteve presente para marcar a troca da guarda ao lhe entregar o troféu do torneio francês.

"Quando criança, quando ia treinar de bicicleta, eu sonhava com isso... tem sido maravilhoso", disse Ivanovic, a primeira sérvia a ganhar um título importante no tênis.

Para Safina, o fim foi decepcionante, depois do duas memoráveis semanas em Roland Garros. A 13a cabeça-de-chave passou por três das 10 melhores tenistas do mundo para chegar na final do torneio.

FONTE: THOMPSON REUTERS - Agencia de notícias - BRASIL - On-line - http://www.thomsonreuters.com/

© GeoNando

17 maio, 2008

ROLAND GARROS, um aviador

Roland Garros (nasceu em 6 de outubro de 1888, Saint-Denis de la Reunion — faleceu em 5 de outubro de 1918, Ardenas) foi um jogador de tênis e um pioneiro da aviação francêsa
O conflito de 1914 - 1917 transformou-o em piloto de guerra: ele obteve cinco vitórias, sendo pôr isso tido como um ás da aviação.

Participou do aperfeiçoamento dos tiros de metralhadora através das hélices. Abatido pelos alemães, foi feito prisioneiro.

Na tentativa de ocultar a nova arma do inimigo tentou destruir seu avião antes de ser capturado, porém não conseguiu: seu sistema foi então estudado e aperfeiçoado pôr Anthony Fokker.

Conseguindo fugir, retomou seu posto na esquadrilha, mas foi morto durante um combate aéreo em 5 de outubro de 1918, sobre as Ardenas, perto de Vouziers, onde ele foi sepultado.

Membro do Stade Français, teve a honra póstuma de dar seu nome ao estádio parisiense nos anos 1920 e ao torneio de tênis que lá acontece todos os anos.

O aeroporto internacional de la Reunion é chamado aeroporto internacional Roland Garros em sua homenagem.

(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)

Foto do túmulo de ROLAND GARROS

13 maio, 2008

AS QUADRAS DE TÊNIS - THE TENNIS COURT.


O tênis pode ser jogado em diferentes tipos de quadra. No circuito profissional, as quadras mais usadas são de saibro, de asfalto, de grama e de carpete.

O saibro, também conhecido por “terra batida”, pode ser feito de pó de tijolo (cor avermelhada) ou de pó de pedra, (conhecido por “har-tru”, de cor acinzentada). São muito populares na Europa e na América do Sul.

As quadras de saibro são as que provocam um jogo mais lento, pois as partículas de terra diminuem um pouco a velocidade da bola. Esse jogo mais lento beneficia os jogadores menos agressivos que ficam mais tempo batendo bolas do fundo da quadra. Os pontos são bem mais longos. E estas mesmas partículas de terra fazem com que a movimentação dos jogadores não seja muito precisa, provocando escorregões o tempo todo.

Estes escorregões favorecem os jogadores que tem uma estatura menor (um centro de gravidade mais baixo), pois são bem mais rápidos na movimentação ao mudar de direção. Os torneios no saibro acontecem praticamente o ano todo, se concentrando no primeiro semestre, quando são jogados os torneios de saibro mais importantes do mundo, como Monte Carlo, Roma, Hamburgo e Roland Garros.

Já a grama, é um tipo de quadra em extinção. Hoje encontramos quadras de grama na Inglaterra, Holanda, Austrália e algumas espalhadas pelo mundo. Apesar de toda a tradição, este tipo de quadra está cada vez mais raro, devido à sua complicadíssima manutenção. A grama tem que ser especial. Em certas épocas do ano, ela precisa ser cortada praticamente todos os dias. Ela não pode ser utilizada úmida (ou com muito orvalho), nem muito cedo nem à noite, pois ela se estraga rapidamente. Para jogar na grama, você precisa de um tênis com um solado especial. Calçados normais dificilmente o deixariam de pé. A superfície é mais macia, a bola pinga bem menos e escorrega bastante. Quase parece um esporte diferente. O jogo na grama é rápido, favorecendo os jogadores de estilo agressivo, especialmente saque e voleio. Como o pingo da bola é baixo, jogadores muito altos podem ter mais dificuldade. Apesar de poucos torneios espalhados durante o ano, a temporada de grama se concentra em junho na Europa, quando são jogados os torneios de Queens, Nottingham e Wimbledon.

As quadras asfálticas, mais conhecidas por quadras “duras”, “rápidas” ou “sintéticas”, foram popularizadas pelos americanos, para que houvesse uma economia na manutenção das quadras (a manutenção do saibro é complicada e a da grama muito pior). Nas quadras de asfalto o jogo é mais rápido, mas depende da abrasividade da superfície. Nas quadras mais ásperas, a bola fica mais lenta e nas quadras mais lisas mais rápidas. Esse tipo de quadra beneficia o jogador mais agressivo, com um saque mais forte, e também ajuda os jogadores mais altos, que além da estatura privilegiada (quanto mais alto, mais quadra ele cobre), conseguem se movimentar com mais facilidade. Os torneios de quadras “duras” acontecem o ano todo, mas os torneios mais importantes se concentram no início do segundo semestre, como Toronto, Los Angeles, Cincinnati, Indianápolis e U.S.Open.

E o carpete, é a mais rápida de todas as superfícies. Usadas em quadras cobertas, o carpete é muito conhecido nos países aonde o frio é muito intenso no inverno. Por ser muito rápido, o carpete favorece os jogadores agressivos, com saques fortes e bom jogo de rede. A bola escorrega bastante e pinga muito pouco. Os pontos são curtos, dificultando para os jogadores que trocam muita bola. Os torneios em quadras cobertas (carpete) se concentram no final do segundo semestre, no início do inverno do hemisfério norte. Os torneios mais importantes são Lyon, Paris e o Masters, que reúne os 8 melhores jogadores do ano e define quem termina o ano como o jogador número um do mundo.Estas diferentes superfícies são muito boas para o esporte. Em primeiro lugar, porque permite aos jogadores fazerem uma boa programação dos seus torneios preferidos e concentrar seus esforços numa determinada temporada do ano. Depois, porque dá chance para jogadores com estilos diferentes vencerem torneios, impedindo assim que um determinado jogador domine muito o circuito profissional. Diferentes superfícies conseguem agradar praticamente todo tipo de público. E para um jogador atingir o número um do ranking mundial, fica quase impossível se ele for bom em apenas um tipo de superfície.

Fonte: MARCELO TELLA - Técnico e professor de Tênis.

10 maio, 2008

O SAIBRO QUE NOS RODEIA - THE CLAY WE USE

QUADRA - 1











Fotos de © GeoNando

O saibro é uma superfície de terreno que mistura argila e areia. As argilas possuem inúmeros usos inclusive medicinais. Por sua plasticidade enquanto úmida e extrema dureza depois de cozida a mais de 800° C, a argila é largamente empregada na cerâmica para produzir vários artefatos que vão desde os tijolos até semicondutores utilizados em computadores.

Após a segunda Guerra Mundial, houve um grande aumento da produção de revestimento cerâmico, por conseqüência do desenvolvimento de novas técnicas de produção. Isso fez com que os preços começassem a baixar, possibilitando a uma faixa maior de classes sociais a condição de adquirir o produto cerâmico. Nesta época, as placas cerâmicas eram utilizadas primordialmente em banheiros e cozinhas. Com o passar dos anos, a indústria cerâmica se desenvolveu com grande rapidez. Novas tecnologias, matérias-primas, formatos e design foram desenvolvidos, o que proporcionou a migração da cerâmica do banheiro e cozinha para outras partes da casa, aliás, acabou migrando também para fora dos portões das residências, indo para shoppings, aeroportos, hospitais, hotéis, entre outros locais. No tocante da tecnologia atual, o uso da cerâmica não se restringe apenas aos tijolos refratários, mas também em aplicações aeroespaciais e de tecnologia de ponta, como na blindagem térmica de ônibus espaciais, na produção de nanofilmes, sensores para detectar gases tóxicos, varistores de redes elétricas entre outros.

A quadra – 1 é o nosso saibro, no momento, mais usado. Sua área de escape é maior do que as outras. Ela está próxima ao estacionamento e, portanto é de fácil acesso. Também faz parte do conjunto das três quadras restantes 1, 3 e 5 que ainda oferecem condições de uso. Não está deploravelmente abandonada como as outras, porque o professor de tênis tem se esforçado para mantê-la sobrevivendo. O custo para mantê-la é dispendioso. Usa-se o pó de tijolos cozidos que depois de triturados em máquina, são estrategicamente distribuídos pelo terreno da quadra. Todas as quadras são descobertas. À céu aberto levando sol e chuva intensivamente, degrada-se sem a devida manutenção. No inverno, então é um desastre. Sem o manejo eficiente da drenagem, as águas de chuva lavam e levam a areia de enxurrada, criando pequenas bacias de argila com água acumulada.

Texto extraído de Wikipédia e © GeoNando

02 março, 2008

(Dasyprocta aguti) - THE RODENTS LIVING IN THE ATC GARDEN. Os roedores conhecidos como CUTIAS habitando o jardim da ATC.



Fotos © GeoNando

A CUTIA (Dasyprocta aguti)(também conhecida como cotia) é um mamífero roedor, da família Dasiproctidae, gênero Dasyprocta, de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 cm. Sete espécies de cutias habitam o território brasileiro.

As cutias têm apenas vestígio de cauda, extremidades anteriores bem mais curtas que as posteriores, e pés compridos com cinco dedos, sendo três desenvolvidos, com unhas cortantes equivalentes a pequenos cascos, e o quinto dedo muito reduzido. Herbívoras, as cutias se alimentam de sementes e frutos. Costumam fazer uma coleta cuidadosa na época de abundância para utilização em épocas de escassez. Sua coloração é variável entre as espécies.

A sua pelagem apresenta um efeito especial, aparentando ser dourada. Cada pelo possui zonas de várias cores, desde branco a castanho escuro. Este efeito de zonagem, comum em muitos outros animais tais como o lobo-cinzento, é causado por uma substância chamada eumelanina, que, durante o crescimento do pelo, é produzida de forma intermitente, dando origem a esse efeito. Por esta razão é usada a designação aguti para referir genericamente este efeito na pelagem dos animais.

Cutia, nome comum que engloba diversas espécies de roedores que habitam regiões florestais desde o sul do México até o Paraguai e o Brasil, assim como as Antilhas. Também recebem os nomes de acuchi, aguti e acouti. São animais do tamanho de um coelho, com orelhas curtas e pêlo suave, de cor dourada ou avermelhada.

Têm um único par de incisivos em cada mandíbula e estes são largos, curvados e semicirculares, com a ponta terminada em um bordo afiado como um cinzel. O animal os utiliza para roer. Tanto os lábios como os incisivos formam um mecanismo de utilidades muito diversas: não só servem para recolher alimento, mas também para construir ninhos e escavar tocas. Além disso, a maioria dos roedores se caracteriza por ter orelhas bem desenvolvidas.

Estão adaptados para viver em todo tipo de hábitat terrestre e de água doce. Distribuem-se por todo o mundo. São animais muito prolíficos: algumas espécies podem gerar diversas ninhadas em um mesmo ano.

Fontes: Wikipedia e Enciclopédia Encarta.

DE 8 A 80 ANOS COM QUALIDADE DE VIDA!

© 2008 Torneios de Tenis

Tenis vicia, aprecie com moderação.

Extraido do site Joomla na internet.

Depoimento de MARCELO MEYER

Tênis: O esporte que oferece qualidade de vida

Eu sou meio suspeito para dizer; porém acho que nenhum outro esporte oferece os benefícios que o tênis realiza para quem o pratica.Usando o meu caso pessoal, tenho um grande orgulho de reunir numa mesma quadra de tênis os meus pais com mais de 80 anos, eu com 54 anos, meu filho Denis (27), Tatiana (32) e meus netos Gabriel (5) e Carolina (3). Este esporte pelas suas características, consegue reunir 04 gerações dentro de uma mesma quadra para praticar em conjunto esta modalidade.

O tênis também é uma excelente forma de lazer para os seus praticantes e até mesmo para aqueles que somente acompanham.Pelo lado profissional, o praticante tem a possibilidade de aumentar o seu networking com a vantagem de que este relacionamento poderá ser com grupos de pessoas dos mais variados estilos e segmentos sociais e profissionais.

Costumo brincar com alguns amigos, dizendo que caso eu tivesse recebido 5% de comissão de todos os negócios que foram realizados dentro das quadras da Meyer Tennis, o meu saldo bancário estaria bem rechonchudo.Para as mulheres, um bom grupo já percebeu que este esporte também emagrece, tonifica a musculatura e mantém um belo bronzeado na pele (não esqueça do protetor solar) ao contrário de somente correr numa esteira em subida, num local fechado, e olhando para um monitor de T.V. para ver se o tempo passa mais rápido.

Para as crianças, além de inúmeros benefícios, o mais importante é aprenderem desde muito cedo, como é ganhar ou perder.Ganhar e perder é quase que uma rotina na vida do ser humano, portanto estas crianças serão adultos mais bem preparados no futuro.Sou muito feliz, pois além de morar e trabalhar na Granja Viana há mais de 15 anos, percebo que na nossa comunidade existe uma grande quantidade de quadras de tênis e praticantes, tenho certeza que são pessoas com uma qualidade de vida acima da média.

Acompanhe aqui a reprodução de capítulo por capítulo do livro "Tênis - muito mais que um jogo" de Marcelo MeyerMarcelo Meyer é um dos mais importantes técnicos do país, tanto na formação de jogadores como no plano profissional. Treinou, entre outros, Marcelo Saliola, Fernando Meligeni, Andrea Vieirae-mail: meyer@meyertennis.com.br

Todos os direitos de reprodução e representação reservados.

© GeoNando

DEVOLUÇÃO DE SAQUES

DEVOLUÇÃO DE SAQUES
Flávia Belmont

OS SEGREDOS DA DEVOLUÇÃO DE SAQUES

Foto de © GeoNando

“Mantenha seus olhos grudados no lançamento da bola, no ritmo e na posição da raquete, para se sair bem na devolução”.

A devolução de saque tem que ser encarada como uma oportunidade de ditar o ritmo de uma partida desde o começo.

O Agassi tem uma postura mental bem agressiva na devolução. Como ele é capaz de “ler” a bola rapidamente da raquete do sacador, ele pode se dar ao luxo de devolver quase de cima da linha de fundo. Em cada fração de segundo do movimento do sacador, ele vai anulando as opções para que ele possa “mais ou menos” adivinhar aonde o saque vai. Se o saque for lá, ele está em posição para não apenas fazer contato com a bola, mas para bater na bola!!

Mas pode ser que você encare a devolução de uma maneira diferente. Isso porque você não pode pensar só na devolução. Ela tem que se encaixar no seu plano de jogo. Suas armas e suas fraquezas podem ser diferentes das do Agassi, então seu plano de jogo também. Aqui está como fazer sua devolução um pouco melhor.

APRENDA A LER O SACADOR - A maior parte da sua rapidez na devolução vai vir de seu ganho de experiência ao disputar partidas e se acostumar com as porcentagens da colocação dos saques, baseada no lançamento da bola e em como a raquete faz contato com a bola. Quando o sacador é intermediário, o lançamento da bola é muito revelador. Ele pode lançar a bola para o lado para sacar aberto, por exemplo, ou jogar a bola para trás para um saque kick alto na esquerda.

Também aprenda a estudar o ritmo do saque do seu adversário, pois quando ele lançar a bola, você sabe exatamente quando for para frente e ficar pronto para reagir. Então olhe para aonde a “cara” da raquete faz contato com a bola, do lado de dentro ou do lado de fora da bola, se ele bate chapado ou com slice. Com treino, até jogadores iniciantes podem aprender a seguir estas pistas.

USE UMA SIMPLES VIRADA DE OMBROS PARA PREPARAR - O erro que a maioria dos intermediários comete na devolução é que eles acham que o movimento da devolução tem que ser completo. Não é o caso. Geralmente você pode usar a força do saque do adversário para acertar uma devolução muito eficiente.

A minha devolução é baseada 100% numa simples virada de ombros. Imagine seus ombros bem relaxados e soltos antes da devolução, e sua raquete apontando para o seu adversário enquanto você está de frente para ele. Se você virar só os ombros, sua raquete estará automaticamente preparada para a devolução. Um bom exercício para treinar uma virada de ombros rápida, é se posicionar como se você fosse devolver um saque, e ter alguém para gritar “direita” ou “esquerda”, e você reagir instantaneamente com a virada dos ombros, sem bola.

A virada dos ombros é uma maneira fácil não só para preparar rapidamente, mas também para controlar sua preparação, que não precisa ser grande.

DÊ AO SACADOR ALGO PARA PENSAR - Se você tem uma devolução que é melhor que a outra, vamos dizer, a sua direita é melhor que a esquerda, ou o seu adversário tem um saque que é menos eficiente que o outro, não tenha medo de mudar o lugar onde você fica para devolver, para que você use o seu golpe mais forte e force o seu adversário a sacar o saque menos eficiente. A menos que você esteja dominando a devolução, dê ao sacador uma “visão diferente”. Faça-o pensar sobre o que você está fazendo.

FAÇA UM BOM SACADOR PAGAR POR UM SEGUNDO SAQUE - Se o seu adversário tem um bom primeiro saque, mas um segundo saque normal, “não se preocupe com o primeiro saque dele!”. Em algumas vezes, o Agassi tenta adivinhar o 1º saque de jogadores como MARK PHILIPPOUSSIS ou GORAN IVANISEVIC.

Mas quando um bom sacador erra o 1º saque, o Agassi tenta realmente machucar o seu 2º saque. Por exemplo, afundar bem a devolução, mexer o adversário de um lado para o outro para cansá-lo o máximo possível. Ou então ele pode “socar” a bola se ele estiver bem colocado.

Faça um bom sacador pagar caro por um 2º saque, para que ele sinta a pressão de ter que acertar o 1º saque. Isto pode prejudicar a porcentagem de saque do seu adversário, e é uma maneira de uma boa devolução mudar todo o ritmo de uma partida.
Marcelo Tella, Técnico e professor de tênis.

© GeoNando

THE FORENHAND GROUNDSTROKE - O Golpe de Direita antecipado (batendo a bola na subida do solo)

THE FORENHAND GROUNDSTROKE - O Golpe de Direita antecipado (batendo a bola na subida do solo)
Tenistas: Paulo Bown, Flávia Oliveira e Fernando Navarro - Fotos: © GeoNando
O Forehand é uma arma em potencial

Todas as vezes que você bate na bola com a palma da mão voltada para frente, está realizando um forehand, não importando se você é destro ou canhoto. Há várias empunhaduras para o forehand, como Western e semi-Western (mais recomendadas) e a Eastern e a Continental. Sugiro que no início do aprendizado você jogue com a empunhadura em que a raquete melhor e mais naturalmente se adapte à sua mão.

O forehand é aparentemente – o mais fácil golpe no tênis, porém, quando alcançamos um estágio mais elevado, este golpe pode se tornar dos mais difíceis e complicados por estes motivos:

- As variações de empunhadura para este golpe são várias. Tantas que às vezes nos atrapalhamos sozinhos.
- Por ser um golpe mais fácil no início do aprendizado, muitas vezes o subestimamos e damos mais atenção a outros golpes.
- Como é possível bater na bola com o corpo voltado para frente, acostuma-se a fazer desta forma, que não é correta.

É bom lembrar que vários tenistas de destaque têm como a grande arma o forehand. Por exemplo: Roger Federer, Rafael Nadal, Andre Agassi e outros. Estes jogadores executam o forehand com empunhaduras, estilos e mecanismos diferentes uns dos outros, mas todos eles possuem princípios semelhantes na realização do golpe. É sobre estes princípios que vocês devem praticar, como posição inicial, corpo bem equilibrado, pernas um pouco afastadas e ligeiramente flexionadas, tronco pouco agachado, olhos mirando o adversário, preparação rápida da raquete para trás (com giro de tronco e ombro), aceleração rápida do braço e pulso, fazendo o contato da raquete com a bola na frente do corpo, terminação da raquete bem acentuada (para frente e para cima).

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES:

· Utilize a mão que não segura a raquete para ajudar o giro e o equilíbrio do corpo.
· Para aumentar a velocidade da bola, golpeie-a na subida após pingar no chão.
· Nas bolas baixas, flexione bem os joelhos.
· Transfira o peso do corpo para frente na realização deste golpe.
· Gire bem o tronco para aumentar a potência do golpe.

Fonte: Marcelo Meyer, Técnico e professor de tênis

© GeoNando

Alunos e ex-alunos do Professor Marinho.

Alunos e ex-alunos do Professor Marinho.
Luiz Neto, Camila e Isa Paiva, Rafael Sena, Fernando, Igo Cunha, Rafael Lucena, Prof. Marinho, Felipe Serrano, Flávio Filho e Mateus. © GeoNando

Prof. Marinho e seus alunos.

Prof. Marinho e seus alunos.
Gabriela, Tiago Lira, Elton, Diego, Denis e Adolfo. © GeoNando

Perfil de professor:

Perfil de professor:
Professor Marinho, como é conhecido pelos alunos da ATC e toda a comunidade do tênis no estado da Paraíba, na verdade se chama Ronaldo da Silva Lima, é natural do estado de Pernanbuco. © GeoNando

Ano 2005 - Tenistas no torneio Primavera/Verão.

Ano 2005 - Tenistas no torneio Primavera/Verão.
Sérgio, Esculápio, Nilton, Elmo, Leonardo e Marinho. © GeoNando

Ano 2007 - Torneio de inauguração da quadra coberta do Clube Campestre - Campina Grande - PARAÍBA.

Ano 2007 - Torneio de inauguração da quadra coberta do Clube Campestre - Campina Grande - PARAÍBA.
LUCAS ALBUQUERQUE à direita sagrou-se campeão do torneio, derrotando na partida final RAFAEL GERMANO à esquerda da foto.
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