Comentário de MARCELO TELLA.
Uma palavra pequena, com uma importância muito grande. Não só no tênis, mas na nossa vida em geral. Em tudo o que fazemos, para que possamos fazer bem feito, precisamos manter o foco.
Falando de tênis, facilmente conseguimos distinguir os jogadores que estão focados dos que não estão. Os jogadores focados estão sempre fazendo de tudo para melhorar. São os que treinam mais, sempre com objetivos bem definidos (ex.: melhorar o saque, a devolução, à esquerda), fazem preparo físico, alongam bem, cuidam do corpo, fazem uma boa alimentação, dormem bem e ficam longe das tentações (baladas, mulheres, drogas, etc.). Os jogadores que já perderam o foco não fazem muita questão de treinar. Batem uma bola todos os dias (mais por obrigação) dando apenas uma geral: fundo, voleios, smash, saque e jogam alguns pontos. É só. Não fazem preparo, não alongam direito, comem o que vier pela frente, especialmente churrascos e sanduíches, refrigerantes todos os dias, e obviamente vão atrás das mulheres e baladas, provocando um ritmo de sono completamente irregular.
O jogador, enquanto estiver jogando, tem que viver para o tênis. Fazer tudo o possível para melhorar, concentrar 100% de seus esforços e seus pensamentos no tênis, ou seja, precisa manter-se focado. A partir do momento que já não for mais 100%, ou que não estiver mais focado, jogar por quê? Agüentar a vida sacrificante de jogador, sempre longe de casa e dos amigos, gastando uma fortuna com passagens, hotéis, alimentação, encordoamentos, lavanderia, táxi, etc. Se vamos fazer alguma coisa, vamos fazê-la bem feito!! Se não, é melhor nem fazer. Precisamos manter o foco na nossa tarefa, seja ela qual for.
Então, se queremos ter uma casa na praia, ser médicos, engenheiros, advogados, professores ou jogadores de tênis, precisamos manter o foco, pois o caminho é longo e difícil. Eu sempre digo: o nosso sucesso será proporcional ao nosso sacrifício. Quanto mais sacrifício, mais sucesso!
Marcelo Tella – Técnico e professor de Tênis.Fotos de © GeoNando
Por Fernando da Veiga Pessoa
13 julho, 2008
MANTENDO O FOCO
06 julho, 2008
RAFAEL NADAL, INCOMPARÁVEL

Que um dia o maior número possível de fãs e amantes do tênis possam admirar esse esporte pelo o que ele é, e não pelo o que cada um enxerga nele e nas suas saudáveis rivalidades. E uma boa oportunidade de descobrir o essencial sobre o tênis nos é ofertado pelos dois magníficos rivais e adversários da final de masculina de Wimbledon.
Enquanto mundo dos fãs se divide na preferência de um ou outro, o que é normal e saudável, até pelas gritantes diferenças entre o tênis e a personalidade de ambos, esses dois conseguem aliar o espírito gladiador com a postura de gentlemen.
Se Federer vai entrar em quadra como um lord com seu cardigan bege, Nadal vai dar um pique como um cavalo puro sangue na abertura dos portões assim que o juiz informar que venceu o sorteio. Dois estilos se confrontam e se completam.
Porém, se prestarmos atenção nas entrevistas de ambos, quando falam um do outro, só ouviremos palavras de respeito.
Federer afirma que Nadal está em uma dimensão diferenciada. Mas ao admitir que o adversário faz dele um jogador mais forte e melhor, faz o elogio de um campeão sobre um campeão.
Nadal afirma que uma das dificuldades de enfrentar aquele que ele admite ser o número 1 do mundo é que, por vezes, se vê distraído pela beleza do estilo do adversário, elogio de quem tem sua auto-estima muito em ordem, enquanto admira e respeita o adversário.
E são exatamente esses quesitos; respeito, admiração, esportividade e elogios que gostaria de ler aqui, nos comentários que seguiram a partida, independente do vencedor desta final. Porque eu só amo este esporte se ele é jogado, e admirado, sem nunca esquecer o que faz dele um esporte diferenciado.
PERFIL
Paulo Cleto - Foi técnico de jogadores como Luiz Mattar, Jaime Oncins, Carlos Kirmayr e Cássio Motta. Dirigiu a equipe brasileira na Taça Davis durante 17 anos e a equipe olímpica em Seul, Barcelona e Atlanta. Foi chefe da equipe no Panamericano de Winnipeg e técnico de equipes juvenis brasileiras campeãs Sul-Americanos e Mundiais.
Além disso, fundou a primeira academia de tênis do país. Realizou, organizou ou foi árbitro de mais de 45 torneios profissionais no país. Foi colunista do Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Rádio Eldorado. Hoje, além de escrever no blog, é comentarista de TV na ESPN. Escreveu e editou o livro "Gustavo Kuerten e Roland Garros - Uma história de amor".
28 junho, 2008
AS QUADRAS DE TÊNIS ALTERNATIVAS DE JOÃO PESSOA – Reconhecimento e Fotointerpretação






CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
Ao todo são 20 quadras de tênis reconhecidas na foto do satélite. A Academia Tênis Clube possui 7 quadras, que tecnicamente estão mal conservadas. Restam, portanto, 13 quadras na cidade. Nestas treze quadras foram identificadas duas quadras residenciais: Uma de um médico e a outra de um professor universitário. As demais quadras são todas públicas. Distribuídas entre clubes sociais, órgãos de educação e professores afins. Enfim, o tênis, como atividade esportiva, tem poucos adeptos numa cidade que caminha para atingir hum milhão de habitantes.
16 junho, 2008
O INVERNO NAS QUADRAS DE SAIBRO





Fotos: © GeoNando
Chuvas, quadras encharcadas sem a devida cobertura. O tênis pára. Drenagem sem manutenção a chuva lava a superfície e arrasta a argila com terra pelas galerias pluviais. Em quadras descobertas a chuva é o terror dos tenistas. Quadras de saibro são projetadas com topografia inerente ao escoamento superficial da água. Mas precisa de um trabalho permanente de conservação, para prevenir que no inverno o período do alagamento não seja tão demorado. È óbvio que todos sabem disso. O problema é que isto custa dinheiro. Mão de obra e material. No caso da “nossa” academia esta solução é descartada porque o imóvel está sendo negociado e brevemente todo o patrimônio será destruído. A cidade terá em breve sete quadras a menos, além da destruição de uma estrutura esportiva inigualável em todo o estado da Paraíba.
08 junho, 2008
ANA IVANOVIC




Por Pritha Sarkar
PARIS (Reuters) - Uma nova era foi iniciada em Roland Garros neste sábado com a vitória de Ana Ivanovic sobre a russa Dinara Safina por 6-4 e 6-3, marcando a primeira conquista de um torneio do Grand Slam pela tenista sérvia.
O triunfo de Ivanovic confirmou seu status como a nova líder do ranking mundial, e melhorou sua imagem de um ano atrás, quando perdeu a final para a belga Justine Henin ganhando apenas três games.
Desde o anúncio da aposentadoria de Henin, 24 dias atrás, Ivanovic têm sido vista como a provável herdeira da tenista belga. Neste sábado, a coroa de Roland Garros serviu para confirmar as apostas.
Convenientemente, Henin esteve presente para marcar a troca da guarda ao lhe entregar o troféu do torneio francês.
"Quando criança, quando ia treinar de bicicleta, eu sonhava com isso... tem sido maravilhoso", disse Ivanovic, a primeira sérvia a ganhar um título importante no tênis.
Para Safina, o fim foi decepcionante, depois do duas memoráveis semanas em Roland Garros. A 13a cabeça-de-chave passou por três das 10 melhores tenistas do mundo para chegar na final do torneio.
FONTE: THOMPSON REUTERS - Agencia de notícias - BRASIL - On-line - http://www.thomsonreuters.com/
© GeoNando
27 maio, 2008
THOMAZ BELLUCCI X NADAL

As partidas do Torneio de Roland Garros de tênis voltaram a ser interrompidas nesta terça-feira, em Paris, depois de apenas uma hora e meia do início da programação devido à chuva.
A organização do Aberto da França decidiu adiar 20 partidas do torneio feminino, incluindo a estréia da russa Maria Sharapova, primeira cabeça-de-chave, que enfrentaria a compatriota Yevgeniya Rodina.
O brasileiro Thomaz Bellucci, número 1 do Brasil, que enfrentaria o espanhol Rafael Nadal, tricampeão do Grand Slam francês, nesta manhã, terá que aguardar o fim da partida em que Amélie Mauresmo vencia Olga Savchuk por 7/5 e 2/2, na quadra central, para encarar seu adversário --o que pode ocorrer ainda nesta terça.
Desde a edição de 2000, o torneio disputado no saibro não sofria tanto com as chuvas. As previsões meteorológicas são de chuvas para toda a primeira semana da competição.
Fonte: FOLHA ONLINE
25 maio, 2008
AS QUADRAS DE SAIBRO DO MOMENTO.

Roland Garros se torna o Grand Slam mais rico de todos.
O simbólico posto de Rei do Saibro e a expressiva pontuação no ranking não são os únicos atrativos oferecidos por Roland Garros. Segundo comunicado oficial, a organização do Aberto Francês vai aumentar a quantia em dinheiro distribuída aos participantes e se tornará o evento de Grand Slam com maior premiação em 2008. O torneio, com começo marcado para final de maio sobre quadra de saibro, vai dividir 13.549.125 milhões de euros ou US$ 17.562.375 milhões - acréscimo de 2,39% em comparação à edição anterior. Desde 2000, a premiação de Roland Garros já cresceu 28%. O campeão masculino receberá um cheque no valor de 880 mil euros (US$ 1.140.656 milhão), enquanto a campeã vai ganhar 867 mil (US$ 1.123.805). O jogador derrotado na primeira rodada do qualificatório sai do torneio com 1,7 mil euros. Se avançar à chave principal, acumula 13,1 mil, premiação superior aos torneios futures, por exemplo. O aumento da premiação se estendeu às chaves de duplas em Paris. Os campeões do masculino receberão 275 mil euros, 5 mil a mais que em 2004. As parcerias eliminadas na estréia voltam para casa com 6,5 mil, em moeda européia.
Fonte: TenisBrasil
O paulista Thomaz Bellucci (Topper), que nesta sexta-feira garantiu sua entrada na chave principal de Roland Garros, primeiro Grand Slam da sua carreira, também ficou conhecendo seu adversário da estréia do Aberto francês. Será nada menos que o espanhol Rafael Nadal, cabeça-de-chave número 2 e tricampeão de Roland Garros. Bellucci enfrentará pela primeira vez um adversário entre os Top 20.
“Acabei de passar o quali. É o meu primeiro Grand Slam. Vou jogar contra o melhor jogador do saibro dos últimos anos... Vou jogar solto, animado, fazer o meu jogo. A pressão é toda do Nadal”, disse Bellucci.
Nesta sexta-feira, na última rodada do qualifying, o tenista número 1 do Brasil e 75º. do mundo tomou um susto no início da partida contra o experiente tcheco Tomas Zib, ex-número 51 do mundo. O adversário chegou a abrir 0/3, mas Bellucci reagiu e fechou o jogo que o levou à chave principal por duplo 6/3.
A reação na partida de hoje mostra a ascensão técnica de Bellucci, que, concentrado, voltou para o jogo e conseguiu 12 winners e 12 aces, além de ter obtido 75% dos pontos com o primeiro serviço.
Fonte: Confederação Brasileira de Tênis.
17 maio, 2008
ROLAND GARROS, um aviador
Roland Garros (nasceu em 6 de outubro de 1888, Saint-Denis de la Reunion — faleceu em 5 de outubro de 1918, Ardenas) foi um jogador de tênis e um pioneiro da aviação francêsaO conflito de 1914 - 1917 transformou-o em piloto de guerra: ele obteve cinco vitórias, sendo pôr isso tido como um ás da aviação.
Participou do aperfeiçoamento dos tiros de metralhadora através das hélices. Abatido pelos alemães, foi feito prisioneiro.
Na tentativa de ocultar a nova arma do inimigo tentou destruir seu avião antes de ser capturado, porém não conseguiu: seu sistema foi então estudado e aperfeiçoado pôr Anthony Fokker.
Conseguindo fugir, retomou seu posto na esquadrilha, mas foi morto durante um combate aéreo em 5 de outubro de 1918, sobre as Ardenas, perto de Vouziers, onde ele foi sepultado.
Membro do S
tade Français, teve a honra póstuma de dar seu nome ao estádio parisiense nos anos 1920 e ao torneio de tênis que lá acontece todos os anos.O aeroporto internacional de la Reunion é chamado aeroporto internacional Roland Garros em sua homenagem.
(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)
Foto do túmulo de ROLAND GARROS
Fonte: Roland Garros - Wikipédia, a enciclopédia livre e © GeoNando
10 maio, 2008
O SAIBRO QUE NOS RODEIA - THE CLAY WE USE
QUADRA - 1 



Fotos de © GeoNando
O saibro é uma superfície de terreno que mistura argila e areia. As argilas possuem inúmeros usos inclusive medicinais. Por sua plasticidade enquanto úmida e extrema dureza depois de cozida a mais de 800° C, a argila é largamente empregada na cerâmica para produzir vários artefatos que vão desde os tijolos até semicondutores utilizados em computadores.
Após a segunda Guerra Mundial, houve um grande aumento da produção de revestimento cerâmico, por conseqüência do desenvolvimento de novas técnicas de produção. Isso fez com que os preços começassem a baixar, possibilitando a uma faixa maior de classes sociais a condição de adquirir o produto cerâmico. Nesta época, as placas cerâmicas eram utilizadas primordialmente em banheiros e cozinhas. Com o passar dos anos, a indústria cerâmica se desenvolveu com grande rapidez. Novas tecnologias, matérias-primas, formatos e design foram desenvolvidos, o que proporcionou a migração da cerâmica do banheiro e cozinha para outras partes da casa, aliás, acabou migrando também para fora dos portões das residências, indo para shoppings, aeroportos, hospitais, hotéis, entre outros locais. No tocante da tecnologia atual, o uso da cerâmica não se restringe apenas aos tijolos refratários, mas também em aplicações aeroespaciais e de tecnologia de ponta, como na blindagem térmica de ônibus espaciais, na produção de nanofilmes, sensores para detectar gases tóxicos, varistores de redes elétricas entre outros.
A quadra – 1 é o nosso saibro, no momento, mais usado. Sua área de escape é maior do que as outras. Ela está próxima ao estacionamento e, portanto é de fácil acesso. Também faz parte do conjunto das três quadras restantes 1, 3 e 5 que ainda oferecem condições de uso. Não está deploravelmente abandonada como as outras, porque o professor de tênis tem se esforçado para mantê-la sobrevivendo. O custo para mantê-la é dispendioso. Usa-se o pó de tijolos cozidos que depois de triturados em máquina, são estrategicamente distribuídos pelo terreno da quadra. Todas as quadras são descobertas. À céu aberto levando sol e chuva intensivamente, degrada-se sem a devida manutenção. No inverno, então é um desastre. Sem o manejo eficiente da drenagem, as águas de chuva lavam e levam a areia de enxurrada, criando pequenas bacias de argila com água acumulada.
Texto extraído de Wikipédia e © GeoNando
04 maio, 2008
SAQUES




Como tenista considero o saque bastante difícil. Costumo dizer que se fosse uma tarefa fácil, seria difícil para o tenista não cometer duplas faltas nem seriam necessárias duas oportunidades para a mesma execução. Até os profissionais cometem erros de saques. Por sua vez para um bom sacador existe sempre um bom devolvedor. É aí que a coisa se complica. Mesmo porque aprende-se as técnicas de devolução para neutralizar os bons saques. Mesmo entre os amadores a orientação é de que se deve estar preparado para a devolução de um bom saque. Contudo,nem sempre um bom sacador é também um bom vencedor. Na verdade, como em todo esporte, o talento do atleta faz a diferença.
Fotos de © GeoNando
27 abril, 2008
ÁLBUM DOS TENISTAS DA ATC.
![]() |
| ACADEMIA TÊNIS CLUBE, vista por dentro do seu espaço |
CLIQUE SOBRE A FOTO PARA VER O ÁLBUM NA GALERIA PÚBLICA DO PICASA - (Aguarde alguns instantes para baixar as 100 fotos arquivadas no MAPA)
Este álbum foi criado com zelo e dedicação. Algumas pessoas entendem que tirar fotos de árvores, fruteiras, cotias e outros, são bobagens. Mas, pensando bem, hoje no apagar das luzes da academia, se tivéssemos somente as quadras de tênis, como seria? E que quadras! Mal conservadas em todos os aspectos. Das sete quadras, apenas cinco nos restam. Estão se acabando por falta de tudo. Está sobrando desinteresse e muito questionamento. O homem constrói o homem destrói. É fácil destruir. Basta que não se faça nada onde precisa ser feito. Eu pergunto - 1: Porque no jardim as fruteiras continuam crescendo e brotando frutos? Eu pergunto - 2: Porque nos galhos as aves continuam criando os seus ninhos e perpetuando a espécie? - Eu as respondo: Porque não se faz nada onde não precisa ser feito. A natureza sozinha se encarrega de resolver seus problemas. O ecossistema trabalha assim, muito antes do homem aparecer sobre a face da Terra. - Foi por tudo isso que resolvi documentar os seres vivos que estão sempre renovando a vida, inclusive as novas gerações de tenistas que também revigoram o esporte entre nós.
11 março, 2008
DE 8 A 80 ANOS COM QUALIDADE DE VIDA!
Tenis vicia, aprecie com moderação.
Extraido do site Joomla na internet.
Depoimento de MARCELO MEYER
Tênis: O esporte que oferece qualidade de vida
O tênis também é uma excelente forma de lazer para os seus praticantes e até mesmo para aqueles que somente acompanham.Pelo lado profissional, o praticante tem a possibilidade de aumentar o seu networking com a vantagem de que este relacionamento poderá ser com grupos de pessoas dos mais variados estilos e segmentos sociais e profissionais.
Costumo brincar com alguns amigos, dizendo que caso eu tivesse recebido 5% de comissão de todos os negócios que foram realizados dentro das quadras da Meyer Tennis, o meu saldo bancário estaria bem rechonchudo.Para as mulheres, um bom grupo já percebeu que este esporte também emagrece, tonifica a musculatura e mantém um belo bronzeado na pele (não esqueça do protetor solar) ao contrário de somente correr numa esteira em subida, num local fechado, e olhando para um monitor de T.V. para ver se o tempo passa mais rápido.
Para as crianças, além de inúmeros benefícios, o mais importante é aprenderem desde muito cedo, como é ganhar ou perder.Ganhar e perder é quase que uma rotina na vida do ser humano, portanto estas crianças serão adultos mais bem preparados no futuro.Sou muito feliz, pois além de morar e trabalhar na Granja Viana há mais de 15 anos, percebo que na nossa comunidade existe uma grande quantidade de quadras de tênis e praticantes, tenho certeza que são pessoas com uma qualidade de vida acima da média.
Acompanhe aqui a reprodução de capítulo por capítulo do livro "Tênis - muito mais que um jogo" de Marcelo MeyerMarcelo Meyer é um dos mais importantes técnicos do país, tanto na formação de jogadores como no plano profissional. Treinou, entre outros, Marcelo Saliola, Fernando Meligeni, Andrea Vieirae-mail: meyer@meyertennis.com.br
© GeoNando
DEVOLUÇÃO DE SAQUES
Flávia Belmont
OS SEGREDOS DA DEVOLUÇÃO DE SAQUES
O Agassi tem uma postura mental bem agressiva na devolução. Como ele é capaz de “ler” a bola rapidamente da raquete do sacador, ele pode se dar ao luxo de devolver quase de cima da linha de fundo. Em cada fração de segundo do movimento do sacador, ele vai anulando as opções para que ele possa “mais ou menos” adivinhar aonde o saque vai. Se o saque for lá, ele está em posição para não apenas fazer contato com a bola, mas para bater na bola!!
Mas pode ser que você encare a devolução de uma maneira diferente. Isso porque você não pode pensar só na devolução. Ela tem que se encaixar no seu plano de jogo. Suas armas e suas fraquezas podem ser diferentes das do Agassi, então seu plano de jogo também. Aqui está como fazer sua devolução um pouco melhor.
APRENDA A LER O SACADOR - A maior parte da sua rapidez na devolução vai vir de seu ganho de experiência ao disputar partidas e se acostumar com as porcentagens da colocação dos saques, baseada no lançamento da bola e em como a raquete faz contato com a bola. Quando o sacador é intermediário, o lançamento da bola é muito revelador. Ele pode lançar a bola para o lado para sacar aberto, por exemplo, ou jogar a bola para trás para um saque kick alto na esquerda.
Também aprenda a estudar o ritmo do saque do seu adversário, pois quando ele lançar a bola, você sabe exatamente quando for para frente e ficar pronto para reagir. Então olhe para aonde a “cara” da raquete faz contato com a bola, do lado de dentro ou do lado de fora da bola, se ele bate chapado ou com slice. Com treino, até jogadores iniciantes podem aprender a seguir estas pistas.
USE UMA SIMPLES VIRADA DE OMBROS PARA PREPARAR - O erro que a maioria dos intermediários comete na devolução é que eles acham que o movimento da devolução tem que ser completo. Não é o caso. Geralmente você pode usar a força do saque do adversário para acertar uma devolução muito eficiente.
A minha devolução é baseada 100% numa simples virada de ombros. Imagine seus ombros bem relaxados e soltos antes da devolução, e sua raquete apontando para o seu adversário enquanto você está de frente para ele. Se você virar só os ombros, sua raquete estará automaticamente preparada para a devolução. Um bom exercício para treinar uma virada de ombros rápida, é se posicionar como se você fosse devolver um saque, e ter alguém para gritar “direita” ou “esquerda”, e você reagir instantaneamente com a virada dos ombros, sem bola.
A virada dos ombros é uma maneira fácil não só para preparar rapidamente, mas também para controlar sua preparação, que não precisa ser grande.
DÊ AO SACADOR ALGO PARA PENSAR - Se você tem uma devolução que é melhor que a outra, vamos dizer, a sua direita é melhor que a esquerda, ou o seu adversário tem um saque que é menos eficiente que o outro, não tenha medo de mudar o lugar onde você fica para devolver, para que você use o seu golpe mais forte e force o seu adversário a sacar o saque menos eficiente. A menos que você esteja dominando a devolução, dê ao sacador uma “visão diferente”. Faça-o pensar sobre o que você está fazendo.
FAÇA UM BOM SACADOR PAGAR POR UM SEGUNDO SAQUE - Se o seu adversário tem um bom primeiro saque, mas um segundo saque normal, “não se preocupe com o primeiro saque dele!”. Em algumas vezes, o Agassi tenta adivinhar o 1º saque de jogadores como MARK PHILIPPOUSSIS ou GORAN IVANISEVIC.
Mas quando um bom sacador erra o 1º saque, o Agassi tenta realmente machucar o seu 2º saque. Por exemplo, afundar bem a devolução, mexer o adversário de um lado para o outro para cansá-lo o máximo possível. Ou então ele pode “socar” a bola se ele estiver bem colocado.
Faça um bom sacador pagar caro por um 2º saque, para que ele sinta a pressão de ter que acertar o 1º saque. Isto pode prejudicar a porcentagem de saque do seu adversário, e é uma maneira de uma boa devolução mudar todo o ritmo de uma partida.
© GeoNando
THE FORENHAND GROUNDSTROKE - O Golpe de Direita antecipado (batendo a bola na subida do solo)
Tenistas: Paulo Bown, Flávia Oliveira e Fernando Navarro - Fotos: © GeoNando
Todas as vezes que você bate na bola com a palma da mão voltada para frente, está realizando um forehand, não importando se você é destro ou canhoto. Há várias empunhaduras para o forehand, como Western e semi-Western (mais recomendadas) e a Eastern e a Continental. Sugiro que no início do aprendizado você jogue com a empunhadura em que a raquete melhor e mais naturalmente se adapte à sua mão.
O forehand é aparentemente – o mais fácil golpe no tênis, porém, quando alcançamos um estágio mais elevado, este golpe pode se tornar dos mais difíceis e complicados por estes motivos:
- As variações de empunhadura para este golpe são várias. Tantas que às vezes nos atrapalhamos sozinhos.
- Por ser um golpe mais fácil no início do aprendizado, muitas vezes o subestimamos e damos mais atenção a outros golpes.
- Como é possível bater na bola com o corpo voltado para frente, acostuma-se a fazer desta forma, que não é correta.
É bom lembrar que vários tenistas de destaque têm como a grande arma o forehand. Por exemplo: Roger Federer, Rafael Nadal, Andre Agassi e outros. Estes jogadores executam o forehand com empunhaduras, estilos e mecanismos diferentes uns dos outros, mas todos eles possuem princípios semelhantes na realização do golpe. É sobre estes princípios que vocês devem praticar, como posição inicial, corpo bem equilibrado, pernas um pouco afastadas e ligeiramente flexionadas, tronco pouco agachado, olhos mirando o adversário, preparação rápida da raquete para trás (com giro de tronco e ombro), aceleração rápida do braço e pulso, fazendo o contato da raquete com a bola na frente do corpo, terminação da raquete bem acentuada (para frente e para cima).
ALGUMAS DICAS IMPORTANTES:
· Utilize a mão que não segura a raquete para ajudar o giro e o equilíbrio do corpo.
· Para aumentar a velocidade da bola, golpeie-a na subida após pingar no chão.
· Nas bolas baixas, flexione bem os joelhos.
· Transfira o peso do corpo para frente na realização deste golpe.
· Gire bem o tronco para aumentar a potência do golpe.
Fonte: Marcelo Meyer, Técnico e professor de tênis
© GeoNando
Alunos e ex-alunos do Professor Marinho.
Luiz Neto, Camila e Isa Paiva, Rafael Sena, Fernando, Igo Cunha, Rafael Lucena, Prof. Marinho, Felipe Serrano, Flávio Filho e Mateus. © GeoNando
Prof. Marinho e seus alunos.
Gabriela, Tiago Lira, Elton, Diego, Denis e Adolfo. © GeoNando
Perfil de professor:
Professor Marinho, como é conhecido pelos alunos da ATC e toda a comunidade do tênis no estado da Paraíba, na verdade se chama Ronaldo da Silva Lima, é natural do estado de Pernanbuco. © GeoNando
Ano 2005 - Tenistas no torneio Primavera/Verão.
Sérgio, Esculápio, Nilton, Elmo, Leonardo e Marinho. © GeoNando
Ano 2007 - Torneio de inauguração da quadra coberta do Clube Campestre - Campina Grande - PARAÍBA.
LUCAS ALBUQUERQUE à direita sagrou-se campeão do torneio, derrotando na partida final RAFAEL GERMANO à esquerda da foto.















